domingo, 7 de novembro de 2010

POP ART

A pop art, ou arte popular, foi um movimento artístico que se desenvolveu no final da década de 50, tanto na Inglaterra, como nos E.U.A. para reagir ao expressionismo abstrato da década de 40, que dominava a estética desde o final da segunda guerra, reforçando a individualidade e a expressividade do artista e rejeitando os elementos figurativos. Assim, com o intuito de renovar a arte da época, os artistas do Independent Group passaram a estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, transformando-os nas temáticas para suas obras de arte. Desta forma, representavam os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. 
A ideia primordial era gerar uma arte figurativa com base na iconografia da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade, fazendo com que o sentido e os símbolos da Arte Pop fossem universais e facilmente reconhecidos por todos, eliminado e contrariando a barreira entre a arte erudita e a arte popular. Latas de refrigerante, embalagens de alimentos, histórias em quadrinhos, bandeiras, panfletos de propagandas e outros objetos serviram de base para a criação artística deste período.
Porém, o objetivo era muito maior: criticar ironicamente o consumismo e o materialismo excessivo da sociedade da época. Desta maneira, os artistas reproduziam os objetos do cotidiano em tamanho maior, transformando e modificando o real em “hiper-real”.
Nomes como Eduardo Luigi Paolozzi, Richard Smith e Peter Blake são alguns exemplos do grupo britânico. Já Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg, James Rosenquist e Tom Wesselmann surgem como os principais representantes da arte pop em solo norte-americano.
O épico passou a ser substituído pelo cotidiano e o que se produzia em massa passou a receber a mesma importância do que era único e exclusivo. O que era considerado vulgar, banal e kitsch passou a se tornar refinado e interessante.
Já que o cinema, o design e a coca-cola faziam parte do dia-a-dia desses artistas, por que não enxergar estes elementos sob uma ótica artística? E foi com este pensamento que se iniciou o desaparecimento dos conceitos de "arte elevada" (para os ricos) e "arte vulgar” (para os pobres).
Os artistas da Pop Art lutaram e afirmaram sua arte como sendo uma verdadeira arte, apesar da publicidade, da propaganda e do apelo comercial, pois o processo desta arte dependia da criação artística , assim como ocorria na “arte pela arte”.


 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

tamanho reduzido

Uma excelente opção para um lavabo ou banheiro reduzido. Uma pequena bancada em vidro com suportes em metal, apenas para acomodar a torneira, e a cuba em inox fica parcialmente sobreposta à bancada.

Art Déco

O design clássico se une à contemporaneidade das formas puras na linha de metais sanitários Provence. Inspirado no movimento artístico Art Déco, o produto da catarinense Docol harmoniza os mais diferentes ambientes, conferindo requinte e sofisticação. E traz consigo todas as vantagens de um produto atual:  a ergonomia que proporciona leveza e conforto na aberturta e fechamento; o arejador, que evitando respingo e o desperdício de água; o cartucho de acionamento de ¼ de volta e a pastilha cerâmica para uma
vedação perfeita.
Já o  acabamento biníquel aumenta a vida útil do metal, tornando-o altamente resistente à corrosão e riscos. A nova linha de produtos é composta por torneiras e misturadores de mesa e parede, nas versões cromado e dourado, uma tendência que volta a aparecer. Para acompanhar, acessórios Arabella, que seguem o design atemporal da linha Provence.
 

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Papel de Parede Ecológico

A empresa internacional de papéis de parede Graham & Brown possui em seu catálogo o primeiro papel de parede ecólogico do mundo. É a linha Eco, não são feitos de compostos orgânicos voláteis e cada árvore cortada para a fabricação do papel, três são plantadas. A embalagem é totalmente compostável ou seja vira nutriente para o solo. A coleção é composto por 7 motivos diferentes e muitos elegantes para cobrir as paredes de um ambiente.

Últimas tendências

Ruth Fingerhut  com as últimas tendências da feira  italiana Cersaie, a maior do mundo dos setores de revestimentos, louças e metais; Joyce Diehl mostrando como o detalhe faz a difereça em todos os setores, de projetos a produtos ; Mon Liu falando da importância da harmonia nos ambientes, em Convidados (page nova!), além de dicas de como renovar  a casa sem quebradeira (Têxteis).

Cubas Urban


O Grupo Roca inova mais uma vez e  apresenta as cubas Urban, uma linha exclusiva que traz estampadas as principais construções de quatro grandes cidades do mundo. Barcelona , Berlim, Nova Iorque e Shangai foram as cidades escolhidas para dar nome aos quatro modelos de cubas. As peças, que recebem a aplicação do desenho antes da queima da cerâmica para garantir a fixação, levam a modernidade das metrópoles para lavabos e banheiros.
A peça foi o centro das atenções do projeto de Faride Elia apresentado na última Equipotel, na mostra Equip Design, em sua Suíte das Grandes Metrópoles, como mostra a imagem acima.

Banheiros Antigos

 
Ninguém nunca imaginou que os itens utilizados nos banheiros antigos se tornariam objetos tão requisitados no século 21. Hoje, a utilização de peças retrô tem se tornado cada vez mais habitual e despertado o interesse de arquitetos renomados, responsáveis pela criação dos mais variados projetos.
Para garantir esse tipo de decoração nos banheiros, a Doka Bath Works, especializada na fabricação e comercialização de banheiras vitorianas e contemporâneas, aumenta seu portfólio a cada dia. Além da produção das banheiras, a empresa tem investido em uma parceria com a Herbeau, renomada marca francesa, famosa pela produção de peças com ar retrô.
Um bom exemplo é o conjunto de suporte Bonne Maman, produzido com madeira envernizada, e com cuba de sobrepor em porcelana. Com a madeira disponível em dois acabamentos, o produto importado tem preço sob consulta, que varia de acordo com as escolhas feitas pelo cliente.